Direito penal informático
Tipicidade penal, bens jurídicos, crimes cibernéticos em espécie, responsabilidade penal e adequação dos modelos tradicionais de imputação ao ambiente digital.
Reflexão institucional e formativa sobre investigação criminal cibernética, prova digital, cadeia de custódia e política criminal na era digital — reunida aqui com os eixos de pesquisa, a tese doutoral em curso, o grupo de pesquisa e as ferramentas de apoio ao trabalho científico.
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Acessar Roteiro Interativo →Onde publicar: 32 periódicos de criminologia e justiça criminal que aceitam submissão em inglês e não cobram APC na via tradicional, segundo a curadoria JusGov/JusCrim da Universidade do Minho. Cada revista traz editora, grau de convergência temática, perfil do manuscrito ideal e link direto para as diretrizes de submissão.
Abrir Radar de Periódicos →Universidade do Minho, Portugal · JusGov — Centro de Investigação em Justiça e Governação
A pesquisa articula a teoria do direito em rede, a transformação do ordenamento jurídico-penal na sociedade da informação e a necessidade de uma política criminal cibernética supranacional compatível com a natureza transfronteiriça da criminalidade digital. A abordagem integra a Convenção de Budapeste sobre Cibercrime, a cooperação internacional e os desafios penais colocados pela transformação digital contemporânea.
Fundamentos teóricos para compreender pluralidade, interconexão e articulação normativa em ambiente globalizado.
Desafios de tipicidade, autoria, prova digital, inteligência artificial e adequação das categorias penais clássicas.
Modelos de cooperação, governança penal em rede e respostas normativas globais ao cibercrime.
Tipicidade penal, bens jurídicos, crimes cibernéticos em espécie, responsabilidade penal e adequação dos modelos tradicionais de imputação ao ambiente digital.
Desafios jurídicos, metodológicos e organizacionais da apuração de crimes praticados em ambientes digitais, incluindo OSINT, cooperação com provedores e requisições internacionais.
Identificação, preservação, documentação e valoração da prova digital no processo penal, com estrita atenção à integridade, à autenticidade e aos direitos fundamentais.
Criminalidade cibernética, fraudes eletrônicas, proteção de dados e novas dinâmicas da criminalidade organizada telemática na sociedade informacional.
Convenção de Budapeste, cooperação policial direta, governança penal em rede, harmonização normativa e respostas institucionais à criminalidade transnacional.
Uso de inteligência artificial no policiamento, riscos discriminatórios, regulação, accountability e limites constitucionais da atuação estatal automatizada.
Tipologias, investigação, preservação de evidências, competência, responsabilidade das plataformas e resposta penal ao discurso de ódio na internet.
Elaboração de cursos, estudos de caso, roteiros de aula, problemas tipicamente policiais e metodologias aplicadas à formação de agentes públicos.
Academia Nacional de Polícia · Departamento de Polícia Federal · Fundado em 2016 · Líder desde 09/04/2016
15 artigos completos · 5 capítulos de livros · 1 livro · 44 apresentações · 15 trabalhos técnicos · 15 orientações concluídas · 163 outras produções agregadas.
Perícia informática, técnicas de investigação digital, análise de evidências e métodos aplicados à apuração de cibercrimes.
Estruturas criminais transnacionais, ecossistemas ilícitos digitais, criptoativos, plataformas e cadeias de valor do crime cibernético.
Investigação em fontes abertas, atribuição, análise de ameaças, inteligência cibernética e apoio técnico à tomada de decisão.
Prevenção, investigação e repressão de crimes contra crianças e adolescentes praticados ou facilitados por tecnologias digitais.
Legalidade, preservação, obtenção, validade, compartilhamento e uso processual da prova digital em contextos nacionais e transnacionais.
O catálogo completo — 3 livros autorais e organizados, 6 capítulos em coletâneas jurídicas e 13 artigos e editoriais em periódicos — vive num só lugar, com sinopse, sumário, ISBN, DOI, citação em ABNT e BibTeX e link de acesso aberto quando houver. Esta página não repete essa lista para não sair de data.
A produção de conhecimento sobre investigação cibernética precisa considerar a legalidade estrita da obtenção da prova, a documentação meticulosa dos atos investigativos, a preservação de evidências digitais, a cadeia de custódia (Lei 13.964/2019), a proporcionalidade das medidas cautelares e a compatibilidade irrestrita entre eficiência investigativa e garantias constitucionais.
No Stenio Hub Internacional, esses temas são tratados a partir de uma perspectiva acadêmica, institucional e formativa, conectando duas décadas de experiência profissional na Polícia Federal, pesquisa jurídica de pós-graduação e doutorado, Ciências Policiais, Direito Penal e política criminal cibernética supranacional.
O conteúdo desta plataforma é estritamente voltado a pesquisa científica, docência, publicações doutrinárias, formação policial e judiciária, palestras e reflexão institucional. Casos concretos, investigações em andamento, técnicas operacionais sensíveis e dados sigilosos não são tratados nem divulgados neste espaço público.
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